quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

FRAGMENTOS DA MINHA ESTÓRIA DE VIDA CONVIVENDO COM BIPOLARIDADES


"Os homens anseiam uma condição sublime.
Não à toa, inventaram Deus: para que Deus os criasse.
Concebemos Deus justamente porque buscamos nos proteger do acaso"
Ferreira Gullar



Eu era uma tiete ! Uma traça entusiasmada por este ícone da arte e da poesia moderna e contemporânea brasileira!
Deslumbrada demais! Confesso que ainda conservo esta jovialidade e admiração por Poetas Nossos, brasileiros!
Por poetizas nossas!
Fervor de quem gosta de maracatu, reizado, capoeira, contação, recriação e história de pessoas e comunidades.
Mas na ocasião que ingressei no Serviço Público Federal, pelo Serviço Brasileiro de Teatro da Antiga FUNARTE, acreditava apenas no talento daquele encanto DE SER HUMANO LONGELÍNEO como um risco de lápis,comprido e caricaturizado por mim muitas vezes.
Ai... ainda tenho verve de quem brinca e arremeda pessoas.
Esta riqueza e diversidade do Brasil que a sua literatura e pessoas me inspiram e inspiram muito mais gente por ai mundão a fora.
Fico, ainda, com o sentimento tocado, como quando ouvia as letras e canções de Milton Nascimento,do Caetano Veloso e do Luis Melodia.
Como ainda hoje me emociona de modo intenso e singular as vozes de Elis, de Mercedes e das Marias, de Rita até de Elisete.
Pra ser sincera, eu acreditara ser possível transformar a dor dos pobres, seu sofrimento em rebeldia, poesia e a arte; Talvez até ALEGRIA! Achava que isto era o que me bastava e me movia e me prendia.
Era o que me soltava e prendia às transgressões que nem eu mesma as entendia.
Tantos os motivos na razão dos comunas e tanta intolerância, castração e silêncio contra a minha geração.
Mas aderia ao novo e o fazia sem culpa ou castigo - por puro senso de rejuvelhecer.
Assim, queria começar a contar minha estória cheia de deslizes e acasos e de euforia, pequenas conquistas, muito trabalho, ganhos e perdas e solidão. Mas gostaria de acrescentar que,MINHA VIDA COM DEUS é absolutamente rica,mas controversa.
Plena de amor,
companheirismo, ética, mansidão e furor.
Busco a paz para tudo e desejo de tudo de bom para quase TODOS.
Eu não sou consultora de anjos, nem recebo fax dos Céus ou email de Deus.
Apenas falo que sinto a presença de DELE dentro de mim, de vez em vez.
Se eu fosse mais calma e menos ansiosa ou agitada, talvez DEUS me habitasse mais durante o dia e durante as noites longas de insônia hoje produtivas.
Sentir Deus, para mim, é ter sensibilidade para acreditar que o homem é capaz de ter vaidades tão sublimes que nos transformam em dependentes de suas criações como Deus que o habita e o habilita a fazer bem aquilo que sabem bem fazer na vida: Deus é DOM!!!
Este pedaço do meu livro eu vou dedicar a alguns amores.
Minha alma hoje é cheia de estrelinhas. E estrelas são também pessoas que cruzam feito cometa em minha vida ou se fincaram no solo do meu coração cheio de bem querer.
Não sei como dar este primeiro passo mas estarei dando o passo mas do tamanho da minha perna e do meu fôlego, na minha intensaIDADE e capacidade de expressão.
Assim, peço permissão ao Deus que acredito para compartilhar com qualquer pessoa algumas memórias enquanto vivo.
Preciso escrever para viver e viver mais feliz depois de me reescrever e reorganizar minha vida por minha propria capacidade de me adaptar as oscilações dos meus humores e das intensões e humores alheios aos meus.
Obrigada por partilharem deste pedaço de mim escondido, tão comigo. que quase me esqueci de lhes oferecer.
Deus abençoe a todos nós,
Prazer em conviver com a VIDA.
Kátia da Luz,

Em memória dos meus avós, tios e amigos.
Com gratidão, ao meu pai e mãe e irmãos.
Ao Sergio e ao Mateus por sempre luzes em minha vida.
Ao José Carlos por ser quem sempre foi e por ser sempre gentil comigo.
A Karina toda a minha amorosa dedicação e a alegria de convivio.
A Shayka e a sua filhote Bilu cadelas que compartilham da minha montanha russa afetiva.
De uma pessoa sempre em construção do seu presente com mais gentileza e senso de realidade hoje é FÉ NO FUTURO com a Graça de DEUS. Obrigada,
Kátia da Luz

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Sobre as Mulheres do Sintrasef

Nós mulheres do SINTRASEF
estamos todas na vida.
Não somos bandeiras emblemáticas,
nem serenas ou mesmo estáticas.
Estamos sempre em movimento.

Somos mulheres sindicalistas,
agentes da transformação do nosso tempo.
Nem burguesas, nem artistas.
Camponesas ou cientistas.
Tão pouco santas ou Estadistas.
Somos a força motriz desta mudanças em ciclo
natural de vida, da lida, da luta, movidas por esperança
consciência, resistência política e senso de humor.

Somos novas luas para inspirar a unidade de nossos companheiros
de jornada, pela justiça ao reconhecimento de nosso trabalho e para
garantir que tenhamos melhores tempos.

Felizes com o que somos, sempre cuidando de todos os sonhos,
com toda a dedicação e atitude solidária.
Somos missionárias do tempo onde não há conformismo com a
condição de exploração do ser humano por sistema econômico, político ou religioso.
Defensoras da democracia, lidamos com a diferença e temos senso de liberdade para
preservar com nossa coragem todas as reivindicações dos que são usurpados pelo Estado.

Somos aprendizes da vida, com a luta encantamos a nova geração.
Somos massa de trabalhadoras atuando para melhorar a Nação.
Bravas valentes guerreiras,
mulheres brasileiras a serviço de um mundo mais fraterno e melhor
Mães, donas-de-cas,docentes, pedreiras, engenheiras, cientistas ou atendentes
das políticas do Estado para os seus cidadãos do ontem do hoje e do amanhã,
sempre em mudança com o tempo, antenadas com o movimento da estória e aprendendo com
ela.

Salve Aves-Marias!!!
Mulheres de valentia que empunham o nosso ideal de país e nação com sabedoria.
Obrigada por me fazerem acreditar que não vivemos de utopias e de que podemos
com certeza lutar por um Brasil mais justo, mais humano e inclusivo para os pobres e para os
ricos onde a Ordem e o Bem Estar e a Paz sejam preservadas para todos com civilidade e acesso
aos bens imateriais que consolidam a cultura do nosso povo.
Parabéns a cada uma de nós!
Kátia da Luz

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Resposta sobre o quanto se sentir Turista Estrangeiro na FUNARTE

A gente merece, se sentir assim...Será?!
Quem é que nunca se iludiu na via, na vida, no jogo, na cor da camisa?
Afinal, errar é humano
E de choros e gargalhadas, lucram os que não sabem de nada.O tempo pra eles é so dinheiro no banco e midia bem contundente.
Ai, nós poverelos brasileiros aposentados, pra ELES os DONOS DO PODER,somos as minhocas politizadas.
Servidor público que investe no seu país, e estuda,
aposentado na Cultura...
Usamos é verdade não temos ciência.Inventamos como teimosos uma maneira cada vez mais propria de sobreviver.
Investimos muito tempo decifrando garatuchas e rabiscos, cantarolando ou incentivando a ARTE E A CENA que se quer expressar, libertando a capacidade de sermos uma nação livre para criar e recriar.
Sugiro o CURSO TABAJARA EXPRESSION POLIGLOTA pra gente não passar como idiota.
É de chorar, mesmo ...
Estarmos na "merma lerda" nesta queda vertiginosa de desvalia.
Alguém pode pagar a luz da alegria? Ter ética nesta falta de escrupúlos dos Poderes.
Ai... Quero sorrir, só de nervoso quando vejo a contas se sobrarem e o pagamento "fartar". É DE LASCAR
Então, alguém já sabe os dialetos africanos? Vamos gritar a todos os hermanos que no mercosul temos mais tiranos que imaginávamos.
Estilosa é a vida de aposentado. Se não cuidarmos do sorriso mesmo amarelado, até a dentadura estará no prego! A julgar pela maneira que fomos conduzidos a sorrir até do tiro que demos no nosso pé!
Imagine, se estamos assim com o moral de finados, como vamos debochar do Dia em Que Fomos Tombados como Imbecis, DIA DA CULTURA
Estamos tão emborolados e desqualificados por donas Marisa e seus rebentos, que somos trabalhadores da cultura do mofo.
Pensou? Que vergonha que dá ter que remendar o paletó ou cirzir à mão pra economizar a luz o buraco a minha propria meia e capinar o quintal. Caramba!!!
A diária de qualquer jardineiro é maior que a hora aula de um professor de ensino fundamental.
Pelo menos aqui na PATAGONIA.
AH, sem pudor algum, passei tempo demais competindo com a censura, com a ditadura, e a falta de provisão para me deixar envergar pela brisa da ignorancia.
O conhecimento se constroí resta saber a que preço.
Porque será que ainda não merecemos ter acesso ao vale cultura?
Ai... Dá medo ter crise de piti e saudade do tempo da curiosidade de entrar no planetário, de ir ao circo com os meus filhos e sobrinhos, de caminhar sem medo do
caveirão. SOCORRO é ignorância financiando os PODEROSO CHEFÃO.
E a gente, né?
So queria justiça social, acesso a bens culturais e patrimoniais, e quando lemos que isto acontece só por teimosia ou investimento de imposto, dá DESGOSTO pensar no amanhã.
Não chore assim, não...
Você é biiita demais pra se martirizar com o preço que pagamos por nossa vontade de construir um pais mais justo.
Não se sinta assim, amiga... Isto é só o começo.
Beijos no seu coração.
"Bai - bai", este pec que não saí!
Sordade,
Kátia da Luz

terça-feira, 10 de novembro de 2009

SER DOIS e SER UM COM O OUTRO

Aprende no caminho da vida , a paradoxal lição da experiência:
Sempre ganhas o que deixas e perdes o que reténs. ( autor desconhecido)

Ser Dois e Ser Um com o Outro (De Kátia da Luz)

Eu realmente precisava ficar só comigo
E seguir em você contigo onde quer que vá.
No fundo do teu duro coração aguerrido,
No canto da tua mochila arrumada.
No copo gelado do que vieres a beber,
Na garfada que podes saborear em silêncio.
Eu realmente estou só contigo.
No registro de cada desatenção tua
Ou na escuta de teus murmurios solitários e frios ou
Na bagunça da minha cabeça que ocupas fazendo barulho e tempestade sentimental.
A gente só se aproxima na distância da reflexão de estarmos longe um do outro.
E talvez a gente se combine no aconchego de nossas almas
que se desejam plenas e calmas...
- felizes por acertarem nas escolhas cada etapa desse longo caminho.
Vivi até aqui tentando fazer parte de tua vida e retive você em prisão afetiva e bem doída.
Estevestes ao meu lado pressionando o botão de acelerar meus passos, sentimentos e percepções
que viraram incertezas e novas maneiras de reconhecer a vida que levo a partir de agora.
Tem gente que pensa que dói ficar só.
Tem gente que até comemora.
Ter tempo para meditar e crescer,
refazer o cansaço e recolher-me.
É maravilhoso existir como qualquer ser
habitando o cosmo sem medos, culpas ou castigos.
Aqui, sozinha do meu quarto em mim mesmada,
Sinto o pulsar de cada batida do coração
e o sangue que corre em minhas veias já relaxadas,
sem pressa, sem angustia, sem fúria, sem dor, sem qualquer pressão negativa. Fluo com tudo! Não fujo de tudo. Apenas flutuo com meus pensamentos mais leves e mais castos.
Uma comunhão singular
Ser sua e não ser
Ser mais minha referencia da minha vida compartilhada contigo.
É bom ficar sem você! É verdade que abastecemos nossos sentimentos de pequenas esperas e buscas.
Não espero mais que me venhas pleno porque não conheces ainda o caminho do que é essencial.

É melhor limpar da nossa estoria suas orelhas que ainda não escutam
o meu desejo de ser sua mulher
e a vida além do seu umbigo.
Eu te amo e vou permanecer em mim,
sem medo de perder o que não quis reter ou nunca tive.
A liberdade tem destas coisas....
Arriscamos soltar o que amamos para que voltem sempre que desejarem o aconchego da nossa companhia.
Seja tua liberdade do tamanho e da responsabilidade de amar a si mesmo e aos demais
e de escolher com quem realmente desejas compartilhar a vida.
Boa noite e boa sorte
Siga comigo dentro de ti onde quer que vás.
Kátia da Luz

sábado, 31 de outubro de 2009

SUKATA DE PRIMAVERA - OUTUBRO 2009

Esperava quase inerte e o vento lhe deu movimento.
O jornal se movia, quase pronto para ir embora.
Estava repleto de notícias frescas
do mundo que se renova e se mata.
E não tendo qualquer compromisso por ter sido ali jogado,
inerte ele virara apenas lixo um papel amontoado.
E eu nem vi o dono do seu esquecimento.
Sou uma pobre distraida tentando esquecer-me debaixo deste dia de sol.
Lamento.
Não tinha nem moeda para comprar um jornal.
Precisava sair desta paz quase entediante lendo
Notícias - as que trouxessem alguma alegria -,
para minha vida de esquecimento e enclausurada.
Então...
Disfarsando o meu abandono
desisti de procurar pelo seu dono
bagunça esquecida na areia de uma bonita
praia onde vivo e me enterro há tantos anos.
Virei uma espécie de chata sem galocha e griffes de qualidade.
Dediquei conservar como patrimônio valores imateriais e humanos.
E o jornal voara solto com a areia, chamado pela brisa.
Desviei deste destino de sereia enrrugada,
Levantei meu corpo mulato desta canga amassada.
Para salvar o meu objeto do trabalho daquela edição já quase na água.
Eu não sou jornalista, nem radical ecologista.
Mas tive pena do jornal que ninguem leu.
O Jornal carrega em si o trabalho de tanta gente
em comunicar as noticias diversas do mundo.
O descaso do cidadão que o esqueceu me
aguçou a curiosidade.
E me inspirou a tentar escrever.
Uma homenagem a comunicação e a imprensa deste país.
Depois de alcançar suas páginas rasgadas pelo impacto da areia,
Tentei ler alguma novidade.
Inutil... o vento teimava em transforma-lo em brinquedo.
Tive medo de me tornar muito ridícula
aos olhares de quem só quer um banho de mar e ma cerveja na mão.
Viva a notícia do mundo que se modifica a cada segundo,
E viva a libertade responsável de comunica-las aos leitores.
Observei voracidade humana atentando contra a natureza que
me convida a reciclar minha própria vida e conceitos nesta inquieta lucidez..
Deste lugar que devolve pureza por preservar minha infância de menina
nesta idade de loba em mim já desacreditada.
Sinto um impulso de brincar de modelar as notícias impressas naquela edição.
Hoje estou acompanhada de bons sentimentos.
Nem critico as tendências das matérias e tão pouco quero censurar o autor do esquecimento.
Me senti uma privilegiada em tentar salvar aquele exemplar.
Neste 30 de outubro de 2009, daqui da praia de São Francisco, em Niterói,
Estou vivendo numa outra realidade quase de isolamento.
O que prova que neste país sou ainda sou maoria desinformada e manipulada mas com boa fé e compaixão.
Sigo em ciclos de alegria e de pura tristeza por não saber,com certeza, o sentido do trabalho de toda uma vida. Inclusive da minha.
Acabo de amassar o jornal do anônimo relaxado ou distraído.
Desejo que as noticia do Rio de Janeiro e as do Brasil neste quase fim de ano,
tragam mais emprego, educação, dignidade para todas as meninas da geração da minha filha e depois dela, como projeção daquilo que fui um dia.
Eu gosto de preservar a minha infância e sonhos singelos com o por- de-sol.
Deus harmonize este Rio de Janeiro que amo.
Que para seus filhos e filhas não Lhe vejam apenas um monumento inventado para ser visitado no Corcovado ou nas igrejas em altar.
Na cidade em que nasci e trabalhei umavida inteira,
Desejo que todo o fantasma de intolerância
e engano possa ser exorcizado.
Sem esta vontade de mudança aqui compartilhada de improviso,
Minha esperança de paz vira riso e motivos de não sair de casa.
Sem medo de tiroteio ou de ser assaltada.
Amo ser carioca e não me sinto ressuscitada.
Não por falta de comunicar coisas boas mas por sentir que a liberdade sem noção de
preservação torna cada irmão uma emboscada.
Daqui, do outro lado da Ponte, nesta santificada enseada de São Francisco,
Sou agora uma especie de gaivota de jornal quase letrada.
Preciso desenvolver mais tolerância comigo.
E ter mais consolação nas atitudes dos outros as quais não posso modificar.
Não me sinto mais deprimida ou impotente. Apenas consolada por espirito manso.
Percebo que a ignorância e esta no disperdicio deste amor a vida.
Temo morrer esquecida feito esta folha de jornal amarrotada.
Feito sucata de sonhos, sei que somos todos a extensão de cada um que convive conosco e que tem a intensão coletiva de nos preservar todo o dom da vida.
Kátia da Luz

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Arroz Doce Inventado por Mim - Uma Cilada Anunciada

duas xícaras de arroz-papa,
uma caneca de leite integral gelado
quatro colheres de mel
um punhado de cravos e lascas de canela em pau
duas colheres de sopa de geléia caseira de morango,
dois sachês de chá de erva doce
paus de canela para decorar.

Assim fiz minha escolha... Agradecer por você existir!!!
Assim com gratidão e carinho criei este mimo para comer com sorvete ou goiabada.

Se não curtir paciência... Criei uma pouca cilada.
A vontade foi de me esconder não funcionou da maneira esperada.
Nem minha filha gostou, nem comi fiquei aguardando um comentário qualquer.
Sabe a falta de sensibilidade está acabando com minha vontade de preparar surpresinhas de mulher.
É melhor evitar criar na cozinha quando não tenho a maestria de ser cozinheira.
Só a vontade de inventar um quitute que diga a minha família OLHE, ESCUTE, AINDA EXISTO, FALHO E SOU MULHER.
Assim, percebendo que fracassei no invento ,
decidi comunicar a ANA MARIA que - mesmo sendo inspirada por Ela, quase todos os dias-, me atrevi a lhe prestar homenagem com uma iguaria não comentada.
Assim, prefiro que você peça a moçada de sua cozinha,
pra nem dá nota a minha receitinha
que parece não ter sido aprovada.
Insistir?!Que Nada!! Deixar a cozinha pra outra moçada.
Tentar um brinde com a Mestre Ana Maria, que me ensina a errar dando boas risadas.
Por favor, querida Ana, me tire deste vexame!!!
Manda pra gente um pouquinho desta sua competência em ser excelente em tudo que faz!
Receba meu abraço carinhoso, pelos DEZ ANOS DO MAIS VOCÊ na casa da gente!!!
Sou sua fã, Brava e Mansa Guerreira Brasileira, que nem esconde o quanto é especial!!
Meu presente pra você virou piada pro lourinho comentar. Acho que se experimentar vira gororoba no ar!!!

Me dê a chance de ao menos de lhe dar um abraço,
De ganhar um livro autografado por você! Por favor, me tire deste vexame!
Ah!!! Aqui em casa há mais de dez anos VOCÊ É MAIS UNÂNiME!

Parabéns, Te Adoro, Kátia da Luz

Já Não Sou Essa Coca cola Toda...

Escolher e incluir novos textos... Acabo de sair de um louco processo de auto-aceitação.Não sou nem metade do que está escrito aqui e nem pretendi ser além do que já sou. Muito texto, para refletir o que a vida dá de Graça sem esperar nada em Troca... Deus acessa em mim hoje mais silêncio e meditação. Conclusão: PAZ na alma, sem murmurinhos do pensamento e do coração.